Quando chove tanto como hoje e, como nestes últimos dias, lembro-me sempre de um colega meu, o Fernando. Morreu a cinco minutos de casa porque a roda do carro bateu numa raíz de árvore perto do estádio nacional. Tinha deixado as drogas e o álcool dado que a namorada nova o incentivava a outros rumos. Escrevia sobre cinema e foi sempre um cavalheiro para mim. A chuva... quando conduzo... APAVORA-ME.
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